Deficiência na Alma

por Lídia Vasconcelos

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Perdas e Ganhos

por Lídia Vasconcelos
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Sê Feliz!

por Lídia Vasconcelos
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O Amor é o Remédio

por Lídia Vasconcelos

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Pedaços de Mim

por Carmen Vervloet 
Olho-me no espelho
Desnudo todo meu corpo
Olho-me por inteiro,
Junto cada fragmento,
Cada marca, cada cicatriz…
Busco-os em algum lugar do tempo…
Vasculho minha história…
Permaneço olhando absorto,
Cada pedaço de mim…
Um pedaço me fala
Da infância feliz e abençoada,
Junto a uma família estruturada
Voando entre flores e colibris,
Caçando borboletas
Enquanto nuvens derramavam suas lágrimas
Encharcando minha terra
Em gotas de cristal,
Um paraíso real!
Outro pedaço me fala da adolescência,
Na ilha que adotei.
Menina-botão, cheia de sonhos,
Olhos risonhos,
Coragem e amor no coração!
Tal qual beija-flor
Tirando o mel de tudo que tocava
Ansiosa por aprender e viver…
Sempre feliz!
Outro pedaço fala dos meus 18 anos…
Namoro… Sonhos…
Dias felizes… Outros tristonhos…
Dias de sol… Outros nublados…
Casamento… Filhos… Delírios…
Emoção… Paz de criança dormindo…
Eu, mãe, sorrindo!
Anos depois o desenlace.
Separação… Desentendimentos…
Amor sobrando…
Maturidade faltando…
Coração sofrido… Sentido…
Torrente de lágrimas
Formando um rio de dor!
Fim de um amor!
Filhos adolescentes
E eu presente
Tentando suprir ausências!…
Hoje, no outono da vida,
Diante do espelho
Colei todos meus pedaços
E a sabedoria me fez perceber
Que apenas o coração,
Sempre falou mais alto
E viveu partido em dois…
Um só chorou… Errou… Sofreu…
O outro sonhou… Sorriu… Amou…
Hoje os dois pedaços se fundem
E unidos celebram em cada batimento,
Num ritmo acelerado,
A história da vida que eu mesma criei!
Sempre com muita vibração
E total paixão!

Carmen Vervloet
Todos os direitos reservados à autora.


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Nas Asas do Amanhecer

por Carmen Vervloet 

Nas Asas do Amanhecer

A noite dorme mansa!
Ronda uma onda de frio…
Pressinto que para nós avança
Nossos corpos se misturam em tranças!

Meu sonho pousa na janela…
Quer partir, falta determinação…
Sinto seu cheiro de canela
Entranhado na minha imaginação!

Sou bruxa, fada, vidente,
Antevejo o que vai acontecer…
Sou fêmea, mulher caliente…
Surjo nas asas do amanhecer!

A noite se despede calmamente,
Parte no rastro da estrela Dalva…
Brilha no horizonte o sol ardente,
Taças de ouro conduzidas em salva!

Gotas de luz querem lhe acordar…
Cobrem-lhe com doçura e calor!
Sinto ciúmes do sol a lhe dourar
Nem com o sol divido seu amor!


Carmen Vervloet
Todos os direitos reservados à autora

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Chuva de Primavera

por Oriza Martins


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Dia de Folga (Paulo Victor Pontes Cavalcante)

por Lídia Vasconcelos
Belo poema do meu aluno do 2º ANO B, do Ensino Médio, do Colégio Adventista de Maceió

poema - dia de folga - Paulo Victor Pontes Cavalcante

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Sonho Real (Sayonara Fernandes)

por Lídia Vasconcelos
Poeminha lindo da minha aluna do 2º ANO A – Colégio Adventista de Maceió

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Viver a Vida

por Carmen Vervloet

Arrisque…
O tempo flui sem interrupção
Trazendo novas energias
O que foi ruim um dia
Hoje pode ser alegria
A caminho do coração.
Esqueça…
De sempre querer garantias
De filtrar tuas escolhas,
Excluir o novo que surge no dia a dia,
Isolar tua intuição numa bolha
Ou mesmo num alçapão
Abaixo do coração.
Arrisque…
Salte para o desconhecido
Experimente o novo de cada momento
Una-se ao universo em casamento
Esqueça o acontecido mal sucedido
Feche o crivo da razão
Use como guia o coração
Aproveite a mágica oportunidade
Não hesite diante da ambigüidade.
Arrisque…
Lance um novo olhar à vida
Esqueça horas doridas
Que te seguram e te prendem
Enxergue sinais do universo
Não viva imerso
Num mar de medos
Afogando oportunidades
De felicidade!
Arrisque…
Crie coragem…
Fuja da tua própria arbitragem
E verás luz
Na fagulha que te conduz
Ao mais longínquo sonho…
E teus fantasmas já não serão viajantes
Perderão a força de gigantes
Dormirão calmos num raio de luar
Enquanto tu descobrirás um outro mundo
Navegando neste novo olhar…

Carmen Vervloet
Todos os direitos reservados à autora

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Meu Amor por Você

por Oriza Martins



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A Lição da Roseira

por Carmen Vervloet

A velha roseira desafia o jardineiro,
sem pés, sem braços, sem mãos…
Nua… sem roupagem…
O coração pulsando lentamente,
invernando a dor.
Mas logo chega a primavera
que a veste em saias verdes
salpicadas de rosas cor de rosas .
Ressurge a vida em
toda plenitude,
fiel a sua promessa
de felicidade.
Com as faces ruborizadas
arranco o matagal selvagem
que invadiu meu coração…
Lá se escondia
o rato que me roia em dor..


Carmen Vervloet
Todos os direitos reservados à autora.


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